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Crônicas Coletivas: uma experiência de escrita

Bentinho revisitado

Se conheceram na vila onde moravam. Ele tinha 10 anos, Helena tinha 9, mas sempre o alcançava pois fazia aniversário em setembro. Brincavam juntos na rua com outras crianças: pega-pega, esconde-esconde, gato mia, estátua. Vez ou outra montavam peças de... Continue lendo →

A peça

Depois de almoçar, Zeca Bastos resolveu ler sua correspondência na caixa de entrada. Estranhou o nome do remetente em uma mensagem e por precaução passou o antivírus. Nenhum problema encontrado. Leu cuidadosamente, linha por linha, pois se tratava de um... Continue lendo →

Palimpsesto

Este é um texto experimental. Cada pessoa vai completar os espaços em branco, com sua própria criatividade, desde que obedeça aos espaçamentos já determinados. É um exercício que chamamos de palimpsesto, que originalmente significa papiro raspado para outra escrita se... Continue lendo →

E por falar

Dizem que mau humor é característico de capricorniano. É provável. Tento lidar com esse estigma há muito tempo. Sinto que ele me persegue, sobretudo nos pequenos detalhes. Palavras mal colocadas do tipo “judiação, coitado, fazer o quê?” e outras pílulas... Continue lendo →

Cair de pernas para o ar

De todas as vezes que caí, só uma foi pra cima. Foi quando o mundo acabou, estava tudo de pernas pro ar. Depois voltou ao normal. Saudade daquele tempo… Hoje só sei cair para baixo, está tudo previsto e combinado. Parece que... Continue lendo →

Parabéns a você

A cena é constrangedora para mim: ao meu redor cerca de vinte familiares, entre filhos, noras, genros, netos e bisnetos com seus desconhecidos parceiros, além de três risíveis vizinhos e alguns poucos amigos sobreviventes, prontos para cantar mais uma vez... Continue lendo →

Cotidiano da moda: tudo pelo escrete

Andava na minha frente com passos saltitantes. E eu mantendo o olhar naquela figura que parecia conhecer de maneira perfeita e confiante sua meta. Ele cumprimentava todos que surgiam pela calçada. Primeiro, um alô com batidinhas no ombro do florista, o seu Joaquim, mano... Continue lendo →

O açaí ou a vida

O que seria de mim sem açaí? Provavelmente uma pessoa mais chata, com menos energia e, talvez, mais magra. Mas, quem se importa? Obviamente, eu. Fui a uma nutricionista semana passada, daquelas que pede para cortar tudo. Queijo, pão, pão... Continue lendo →

Muralhas físicas e internas que nos separam

O ideal das Cruzadas, a travessia dos oceanos e, mais próxima de nosso tempo, até a memória em cacos que turistas carregam em suas bagagens quando visitam Berlim não deram em nada! Muros e mais muros, físicos, políticos e psicológicos,... Continue lendo →

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